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Bom pessoal. Estou de volta ao Brasil e por tempo indeterminado. Isso não quer dizer que minha viagem acabou, aliás, isso não quer dizer muita coisa mesmo. Só que preciso de um tempo para absorver tudo que aconteceu nos últimos 13 meses, botar projetos em ordem e, por que não, começar a pensar em algo para ganhar um dinheiro. Nesse meio tempo metade da grana que havia guardado já foi, ou seja, o sinal amarelo acendeu.

Mas o blog não irá morrer por isso, como devem ter percebido ele está bem atrasado e tenho a missão de escrever sobre todos os lugares que passei. E também sobre alguns outros aprendizados desse 2016 que passou.

Ainda tenho toda uma gama de fotos a tratar e alimentar o Instagram e a página do Facebook.

Todos devemos viajar, mas ter um lugar para voltar também é maravilhoso.

Viajar abre nossa cabeça, destrói tabus e preconceitos. Viajar nos faz pessoas melhores, aumenta nosso repertório, nos faz conhecer pessoas e lugares incríveis. Viajar nos faz ser mais empáticos, entender e respeitar a realidade do próximo. Nos faz aprender a escutar e a expor nossa opinião sem silenciar quem pensa diferente. Nos faz perceber que o diferente agrega e não segrega. Nos faz pensar e viver mais o presente sem tampouco deixar de pensar no futuro. Nos faz estar abertos as possibilidades e oportunidades e principalmente…a ter a certeza de que podemos realizar nossos sonhos, não importa quão difícil ou demorado seja.

Mas ter um lar também é maravilhoso. Ele te trás a segurança e o conforto para acalmar a cabeça e empreender. Te fornece seus amigos, seus amores e sua família…a possibilidade de construir ou manter relações tão intensas e profundas como as de uma viagem, porém mais duradouras. Te dá tempo e serenidade para deixar o presente fluir e o futuro aparecer.

Acho que precisamos de um equilíbrio entre esses dois lados. Entre nossas asas e nossas raízes. Com esse equilíbrio quem sabe consigamos ter a sabedoria de viver em comunidade e de se deixar levar. Mas também de saber o momento de bater as asas e voar para outro destino, sem mágoas ou ressentimentos.

Ainda estou em busca do meu equilíbrio, talvez nunca o encontre. E no final não importa se o encontrarei ou não, mas sim as lições que o caminho me trás.

Tive a sabedoria de sentir e saber o momento de parar. Estou feliz aqui com minha família sossegado. Espero ter a mesma sabedoria quando for o momento de voar novamente, isso só o tempo vai dizer.

Por enquanto devo ficar entre Joinville e Floripa, aqui pelo sul mesmo. Não tenho planos para ir a outros lugares pelo menos por agora. Mas conforme os caminhos forem sendo traçados vou mantendo vocês informados. 🙂

 

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